O que é Leishmaniose canina?



Saiba o que é a Leishmaniose canina e como fazer o tratamento

A Leishmaniose canina é uma doença provocada por um protozoário conhecido como Leishmania sp transmitido pela picada do flebótomo "mosquito palha ou birigui". Somente as fêmeas transmitem a doença e costumam viver em refúgios como jardim, matas, resíduos sólidos, fezes de animais, folhas secas, substratos e caixotes etc.

Para que a doença ocorra, é preciso que o mosquito pique o cão infectado e ingere alguns protozoários (Leishmania), ao passar aproximadamente uma semana dentro do mosquito palha se tornam infectantes e por último, é necessário que esse mesmo mosquito, pique outro cachorro ou humano.

Os cachorros são os animais mais afetados pela doença e são considerados os animais reservatórios deste parasita. Porém, outros animais domésticos como o gato e selvagens, e até mesmo o Homem, podem ser infectados e desenvolver a leishmaniose, fazendo com que se torne bastante importante.

A Leishmania canina invade diversos órgãos como: o fígado, rins, a pele, dentre outros, causando diversas lesões graves que podem provocar a morte do cão.

Trata-se de uma doença grave que em 2013 obteve uma queda, mas em 2017 volta ameaçar a saúde publica em Minas Gerais, registrando uma alta de 74% no número de diagnostico em humanos. O fato é que hoje em dia a leishmaniose pode ser prevenida, mas os tutores desconhecem suas causas e sintomas.


Procedimentos para prevenção da Leishmaniose:

  • Vacina para leishmaniose (Ela previne cerca de 80 a 95% dos cães)
  • Coleiras antiparasitária (O efeito da coleira é repelente, justamente para evitar a picada do inseto; a coleira é uma importante arma contra a doença);
  • Repelentes Pour on a base de cipermetrina;
  • Repelentes Naturais a base de citronela (usados principalmente em filhotes que não possuem imunidade suficiente para os produtos acima citados);

Sintomas da Leishmaniose em cães:

É essencial informar que a leishmaniose é uma doença com o período de incubação que oscila entre os 3 e os 18 meses, dessa forma é possível que o cão apesar de estar infectado não manifeste nenhum sintoma. Uma vez que a doença já se encontre em uma fase sintomática o cachorro manifesta os seguintes sintomas:

  • Perda de pelo, especialmente nas patas e ao redor dos olhos;
  • Descamação seca da pele;
  • Febre;
  • Fraqueza;
  • Anemia;
  • Perda de peso considerável, apesar de não perder o apetite;
  • Feridas na pele;
  • Chance de ocorrer insuficiência renal caso a doença esteja em estado avançado;
  • Crescimento exagerado das unhas;
  • Feridas nas pontas das orelhas e ponta de nariz, entre outros.
Abaixo será possível ver um caso do antes e depois do tratamento de leishmaniose canina.


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Conheça a história do cão Rambo:

Seu antigo dono morreu sem posses e herdeiros, deixando Rambo órfão pelo mundo. A vizinhança mobilizou pela fraqueza física e tristeza do animalzinho, decidiram então ajudar e trouxeram Rambo até a clínica veterinária Focinho & Cia.

O coitadinho chegou dia 09/10 com Feridas por todo o corpo e Miíase (Larvas de moscas) no rosto, orelha e até no ouvido.
Foi realizado diversos exames incluindo o de leishmaniose, e infelizmente o resultado deu positivo. Mas para a alegria de Rambo e da vizinhança, sua historia só estava começando, uma grande e importante pessoa se tornou tutor de Rambo e iniciou junto a clínica um revolucionário tratamento com um produto chamado Milteforan. Internado na clínica, recebeu curativos diários, medicações, banhos terapêuticos e muito amor da equipe Focinho e Cia.

Rambo teve uma resposta muito boa ao tratamento e teve a pele restaurada, principalmente do rosto. Em menos de dois meses já estava transformado. Compartilhamos essa linda história com intuito de promover a vida e combater as dores e tristezas que a leishmaniose tem causado em nossa cidade e país.

Agora que você já conhece a história do Rambo? Ajude a compartilhar:



Antes do tratamento de Leishmaniose canina

Antes do Tratamento de Leishmaniose canina
Antes do Tratamento de Leishmaniose canina
Antes do Tratamento de Leishmaniose canina
Antes do Tratamento de Leishmaniose canina - Cão Rambo

Depois do tratamento de Leishmaniose canina

Depois do Tratamento de Leishmaniose canina
Depois do Tratamento de Leishmaniose canina
Depois do Tratamento de Leishmaniose canina
Depois do Tratamento de Leishmaniose canina - Cão Rambo

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Vacina contra leishmaniose


  • Proteção Contra:
  • A vacina Leish-Tec protege contra a leishmaniose visceral canina com resultados de 96,41% de proteção, deve ser realizado exame de leishmaniose e estar negativo para iniciar.
Em cachorros deve ser aplicado em animais acima de quatro meses, realizado exame, são três doses com intervalo de 21 dias e um reforço anual.

Vacina polivalente canina - V8 e V10


  • Proteção Contra:
  • Cinomose, Hepatite infecciosa, Parainfluenza, Adenovirus tipo 2, Coronavírus, Parvovirose, Leptospira.
Diferença da vacina V8 para V10 é que a V8 protege contra 2 tipos de Leptospira e a V10 4 tipos.

Vacina polivalente gatos - V4 e V5


  • Proteção Contra:
  • Panleucopenia felina, Rinotraqueite, Clamidiose, Calicivirose.
A vacina V5 protege contra a FeLV: doença viral grave e contagiosa. Para fazer a imunização com a V5 é necessário realizar um teste rápido antes da vacina.

Vacina Antirrábica (contra raiva)


  • Proteção Contra:
  • Por ser uma importante zoonose (cães e gatos doentes transmitem pela mordedura/ saliva). Todos os cães e gatos devem ser vacinados anualmente.
Em gatos e cachorros deve ser aplicado a partir do quarto mês de vida (apenas uma dose) e um reforço anual.

Dúvidas sobre Leishmaniose


1Quais são os principais sintomas da leishmaniose como saber se meu animal tem a doença?
Os animais apresentam diversos sintomas que não são específicos da doença: emagrecimento, descamação da pele, queda de pêlos, desânimo, olhos remelentos, apatia, debilidade, feridas na ponta da orelha e nariz entre outros. Apenas o exame de sangue pode confirmar o diagnostico da doença.
2O que fazer para proteger o cachorro contra a temida leishmaniose?
Deve ser realizado o exame sorológico do animal, resultado negativo deve-se iniciar imediatamente o protocolo vacinal. Uso de coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, produtos medicamentosos pour on. As coleiras devem ser utilizadas em todos os cães, mesmo naqueles que tiverem sido vacinados. É importante ressaltar que o uso das coleiras e produtos pour on não podem ser interrompidos. Elas devem ser sempre substituídas quando perderem o prazo de validade. Utilização de spray de citronela em filhotes impossibilitados de realizar vacinação, coleiras e produtos pour on.
3A vacina contra leishmaniose resolve mesmo?
A vacina desenvolvida pela parceria entre a UFMG e Hertape Calier nos testes conduzidos em áreas endêmicas mostrou eficiência de 90% dos casos. Devido essa janela de 10% de contaminação recomenda-se o uso da vacina junto com a coleira repelente que irá impedir por completo a leishmaniose.
4Qualquer cão pode tomar a vacina?
Não. Neste caso somente podem ser vacinados os cães maiores de 4 meses, sem sintomas de leishmaniose e, também sem anticorpos para Leishmania no sangue, isto é, aqueles que foram testados e tiveram resultado sorológico negativo.
5O que fazer se um cão vacinado vier a apresentar sorologia positiva?
Deve-se procurar o médico veterinário para orientação e realização de exames mais específicos.
6O que deve ser feito caso o diagnóstico da doença der positivo confirmado?
Todo o animal com sorologia positiva para leishmaniose, devem ser submetidos ao acompanhamento do médico veterinário para orientação do melhor tratamento e exames pertinentes a serem realizados a fim de fechar o melhor diagnostico ao animal. A eutanásia deve ser decidida pelo o medico veterinário diante da clinica e dos exames do animal em questão.
7É possível controlar a transmissão para outros cães?
Para evitar a disseminação da doença entre cães são necessários alguns cuidados como: o mosquito palha gosta de lugares com matéria orgânica, então sempre mantenha quintal e canis limpos e telados. Todos os cães devem ser submetidos a exame de sorologia para leishmaniose, inicio de protocolo vacinal e uso de coleiras repelentes substituído.

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